Publicado por: J. em: Maio 2, 2009
Ele disse que notou que quando a gente conversa, o papo nunca termina.
Depois ue eu disse “Até a próxima”, ele perguntou “próxima quando?”. E marcamos dele pensar em algo para fazermos hoje.
À noite, ele conectou. Acordou tarde, jogou tênis, poker e planejava conversar com o futuro chefe hoje à noite na mesa de um bar.
Perguntei sobre as indiretas e ele disse que as entendeu. Não fez nada. Acabou o assunto. Deletei.
Ainda não fiz o meu milésimo tsuru.
Alarme falso, mais uma vez.
Publicado por: J. em: Maio 1, 2009
Ontem, saímos com os amigos.
Ele me deixou em casa, e conversamos muito antes de nos despedirmos – como o habitual. Aliás, quando começamos, não paramos mais de conversar. Descobri que o primeiro nome dele começa com “L”, como a maioria das minhas melhores amigas. Mal ele sabe que eu já tenho um melhor amigo com o nome que ele usa… e amigo, eu só quero se ele for dos espacial. Aliás, o mais especial de todos.
Quando despedi-me, disse “até a próxima”. E ele perguntou “Até a próxima quando?”.
Amanhã (hoje)? Tomara que seja bem próxima mesmo!
Publicado por: J. em: Abril 26, 2009
Ontem foi nosso primeiro (assim espero) encontro.
Ele me falou coisas da vida dele, planos para o seu futuro, conversas com a mãe, citou a ex-namorada dele de seis anos – de quem está separado há um – ouviu-me, sorriu.
Falou que eu queria dominar o mundo, deixou-me à vontade para ser eu mesma, mas na verdade, eu é que não gosto de mim. O rapaz é super educado, um gentleman, e eu não consigo segurar meus gestos, meus palavrões, minha fala desenfreada…
Ele parecia estar à vontade, fez questão de pagar tudo, de contar que acompanha o que eu escrevo na internet, de me fazer elogios, disse que eu iria dominar o mundo, que era bom ter sede de conhecimento, falou que ajudaria meu irmão. Ai tanta coisa…
E no final, não me beijou.
Foi isso.
Publicado por: J. em: Abril 20, 2009
Sexta conheci alguém.
Sábado conversei com ele na internet – muito mesmo pra tentar se conhecer.
Domingo ganhei um presente.
Hoje, segunda-feira, aguardo pelo dia de amanhã.
Será que fiz meu milésimo tsuru?
Publicado por: J. em: Setembro 4, 2008
Quando eu tinha nove anos, uma amiga minha japonesa, a Mina, contou-me a lenda do Tsuru.
Ouvi e acreditei empolgadíssima, como uma ingênua menina de nove anos, fiz o meu pedido com toda a fé e desatei a fazer tsurus por entre os anos, a fim de um dia atingir a minha meta dos mil e, finalmente, realizar o meu sonho…
Vários anos se passaram, mais de quinze deles… e nada do pedido acontecer.
Hoje eu me pergunto: será que finalmente eu distribuí o meu milésimo tsuru?